Da revolução de 1930 ao Brasil Contemporâneo

1. (2019) - Ditadura Militar                        
                                          Caminhando e cantando e seguindo a canção
                                          Somos todos iguais braços dados ou não
                                          Nas escolas, nas ruas, campos, construções
                                          Caminhando e cantando e seguindo a canção.
Geraldo Vandré (Caminhando, 2º lugar III Festival Internacional da Canção – Rio de Janeiro, 1968) Disponível em: Spotify 

A letra da canção acima manifestou:
(a) Engajamento político dos artistas que buscavam expressar um sentimento de resistência ao regime político autoritário.
(b) Conformismo dos jovens participantes do festival com a situação política em que se encontrava o país
(c) Sentimento ufanista nacional nas composições, o que colaborou com os slogans do governo.
(d) Euforia com seus versos que foram grande sucesso na Copa de 1970 quando a seleção brasileira foi tricampeã do Mundial.
(e) Produziu a imagem de um país sem conflitos, com um falso clima de paz e concórdia.

Gabarito: A

2.  (2019) - Ditadura Militar

No dia 16 de março de 1971 o então Deputado Estadual João Carlos Gastal, do MDB – político pelotense que havia sido prefeito de Pelotas entre 1959 e 1963 – lamentava, na tribuna da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, a morte trágica do professor Anísio Teixeira. 

Naquele ano o educador concorria a uma vaga na Academia Brasileira de Letras (ABL) quando desapareceu, e logo em seguida, sua família foi informada pelos militares, que ele se encontrava detido para prestar depoimento. Dois dias depois seu corpo foi encontrado no fosso do elevador do prédio do acadêmico Aurélio Buarque de Holanda, a quem teria visitado na sua campanha para o ingresso na ABL. Fontes: Ata da sessão do dia 16 de março de 1971, da Assembléia Legislativa do RS, on line no sitio da ALERGS; AZEVEDO, Gislaine.História: passado e presente. 1ªed São Paulo: Ática, 2016. P.191. 

O fato narrado no texto acima aconteceu durante o período de vigência da Ditadura Civil militar no Brasil (1964-1984). Sobre esse momento histórico do país, é correto afirmar que:
(a) Durante o governo Médici uma rede de órgãos repressivos funcionava para reprimir a oposição; mas, a imprensa atuava livremente e sem sofrer censura como era o caso do jornal Pasquim.
(b) Quando os empresários se reuniam na FIESP (Federação das Indústrias de São Paulo), costumavam fazer uma arrecadação de fundos para financiar a repressão; apesar disso os sindicatos dos trabalhadores tinham sua autonomia preservada e o direito de manifestação plena.
(c) As torturas físicas, morais e psicológicas foram utilizadas contra os presos políticos; mas, o direito ao habeas corpus estava em vigor desde a instituição do AI nº 5, em 1968.
(d) Durante a ditadura civil-militar pelo menos 200 pessoas foram assassinadas pelo regime e 146 estão desaparecidas; por meio das empresas estatais o governo investia nos setores básicos da economia.
(e) O DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), atuava no sentido de aprimorar as instituições democráticas da época, e permitir uma maior liberdade expressão nos meios de comunicação.

Gabarito: D

3. (2018) - Ditadura Militar
Em torno dos governos relacionados com a Ditadura civil-militar no Brasil (1964-1985), estabeleça a correspondência.
1. Governo Geisel.
2. Governo Médici.
3. Governo Castello Branco.
4. Governo Costa e Silva.
5. Governo Figueiredo. 

( ) “Anos de chumbo” – “Brasil, ame-o ou deixe-o” – “Milagre Econômico”.
( ) Passeata dos cem Mil – Discurso do dep. Moreira Alves – Fechamento do Congresso – AI-5.
( ) Lei da Anistia – Pluripartidarismo - Diretas Já – Eleição indireta de Tancredo Neves.
( ) Bipartidarismo – SNI (Serviço Nacional de Informações) – PAEG (Programa de Ação Econômica do Governo).
( ) Abertura política “lenta, gradual e segura” – morte de Vladimir Herzog – Lei Falcão – Fim do AI-5.

A sequência numérica que preenche as lacunas corretamente é
(a) 2 – 4 – 5 – 3 – 1.
(b) 1 – 3 – 5 – 4 – 2.
(c) 4 – 1 – 5 – 3 – 2.
(d) 2 – 4 – 1 – 3 – 5.
(e) 3 – 2 – 4 – 5 – 1.

Gabarito: A

4. (2018) 

"Durante boa parte do Século XX, Pelotas conheceu uma imprensa negra operária vibrante. Um dos principais jornais da imprensa negra de Pelotas foi A Alvorada (1907-1965). Dedicava-se à informação, à educação, ao protesto da comunidade negra contra a discriminação e à denúncia de condições de trabalho precárias.
       Nos anos 1930, A Alvorada tornou-se o jornal oficial da Frente Negra Pelotense, de tendência política trabalhista, defendeu a incorporação dos negros à construção da nacionalidade, denunciou o racismo e liderou inúmeras campanhas pró-educação" (SÁ, Jardélia Rodrigues. (et al.) Pessoas Comuns, Histórias Incríveis: a construção da liberdade na sociedade sul-riograndense. Porto Alegre: UFRGS / EST Edições, 2017. p.p.75-76) 

O jornal “A Alvorada”, em sua atuação, combatia um problema que até hoje a sociedade brasileira enfrenta, que é:
(a) a falta de liberdade de imprensa.
(b) o monopólio dos meios de comunicação.
(c) a discriminação racial contra os negros.
(d) o alto índice de analfabetismo no país.
(e) a discriminação racial contra os imigrantes europeus.

Gabarito: C

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